CONTO ERÓTICO 006 - Intenso Desejo - Parte II

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Intenso Desejo - Parte II

Meia Noite no Espelho

O apartamento ficava no último andar de um prédio antigo, com janelas altas que deixavam a luz da lua entrar em fios prateados. Era ali que ela o esperava, sentada na beirada da cama, vestindo apenas um roupão de seda que deslizava sobre sua pele como um segredo mal guardado. Ele havia dito que chegaria à meia-noite, e ela sabia que ele nunca falhava em cumprir uma promessa.

Quando o relógio bateu as doze badaladas, a porta se abriu sem fazer barulho. Ele entrou, trajando um terno escuro que parecia absorver toda a luz do quarto. Seus olhos se encontraram, e ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Ele não disse uma palavra, apenas tirou o casaco lentamente, dobrando-o com cuidado sobre a cadeira próxima.

— Você está linda — ele finalmente falou, a voz rouca e suave como o toque de um veludo.

Ela sorriu, mas não respondeu. Sabia que ele gostava de controlar o silêncio, de preencher o espaço entre eles com sua presença dominante. Ele se aproximou, e ela sentiu o cheiro de seu perfume, uma mistura de madeira e algo mais profundo, quase animal.

— Levante-se — ele ordenou, e ela obedeceu, deixando o roupão cair no chão.

Ele a observou por um momento, os olhos percorrendo cada curva de seu corpo como se estivesse memorizando-a. Então, ele estendeu a mão e tocou seu queixo, levantando-o levemente para que ela olhasse diretamente para ele.

— Você sabe o que eu quero? — ele perguntou, e ela balançou a cabeça, embora soubesse muito bem.

Ele a puxou para mais perto, seus corpos quase se tocando, mas não completamente. Ele gostava de brincar com a distância, de fazê-la ansiar por ele. Suas mãos deslizaram por seus braços, até seus pulsos, que ele segurou com firmeza.

— Vamos brincar — ele sussurrou, e ela sentiu um calor crescer dentro dela.

Ele a levou até o espelho grande que ficava no canto do quarto. Parados diante dele, ele a posicionou de costas para seu corpo, suas mãos ainda segurando seus pulsos. Ele sussurrou em seu ouvido:

— Olhe para nós.

Ela obedeceu, seus olhos encontrando os dele no reflexo. Ele soltou seus pulsos e começou a deslizar as mãos por seu corpo, tocando-a com uma mistura de delicadeza e possessividade. Suas mãos pararam em seus seios, e ele os apertou levemente, fazendo com que ela soltasse um gemido baixo.

— Quieta — ele ordenou, e ela mordeu o lábio para não fazer barulho.

Ele continuou a explorá-la, suas mãos descendo até sua cintura, depois até suas coxas. Ele a fez se inclinar para frente, apoiando as mãos no espelho, enquanto ele se ajoelhava atrás dela. Ela sabia o que viria a seguir, e a antecipação a deixou quase sem fôlego.

Ele a beijou primeiro na parte interna das coxas, seus lábios quentes contra sua pele sensível. Ela tentou se mover, mas ele a segurou com firmeza, mantendo-a no lugar. Então, ele finalmente a tocou, sua língua explorando-a com uma precisão que a fez gemer mais uma vez.

— Eu disse para ficar quieta — ele lembrou, e ela sentiu um arrepio de prazer ao ouvir a autoridade em sua voz.

Ele continuou a prová-la, devagar, como se estivesse saboreando cada momento. Ela fechou os olhos, mas ele parou imediatamente.

— Olhe para nós — ele ordenou novamente, e ela abriu os olhos, encontrando seu reflexo mais uma vez.

Ele a fez se levantar e a virou para enfrentá-lo. Seus olhos estavam escuros de desejo, e ela sabia que ele estava tão perdido nela quanto ela estava nele. Ele a beijou então, um beijo profundo e voraz que a fez sentir que ele estava consumindo-a por dentro.

Ele a levou de volta para a cama, deitando-a sobre os lençóis de seda. Ele a observou por um momento, como se estivesse decidindo o que fazer a seguir. Então, ele tirou a camisa, revelando seu torso musculoso, e ela não pôde evitar estender a mão para tocá-lo.

Ele permitiu que ela o explorasse por um momento, mas logo assumiu o controle novamente, prendendo suas mãos acima da cabeça. Ele a beijou novamente, desta vez mais suavemente, quase como um pedido de desculpas pela firmeza com que a segurava.

Ele entrou nela então, devagar, fazendo com que ela arqueasse as costas de prazer. Ele começou a se mover, cada movimento calculado para levá-la ao limite. Ela o segurou com força, suas unhas cavando levemente em suas costas, mas ele não reclamou. Em vez disso, ele acelerou o ritmo, seus corpos se movendo em perfeita sincronia.

Quando ela finalmente chegou ao clímax, ele a segurou com força, sussurrando seu nome em seu ouvido. Ele a seguiu logo depois, seu corpo tremendo contra o dela.

Eles ficaram deitados juntos por um tempo, seus corpos ainda entrelaçados. Ele a beijou na testa, um gesto surpreendentemente terno vindo dele.

— Até amanhã — ele disse, e ela sabia que ele estava falando sério.

Ele se levantou e começou a se vestir, e ela o observou, sabendo que, não importava quantas vezes eles fizessem isso, ela sempre o desejaria tanto quanto na primeira vez.

Conto por Isabella Hartmann

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